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terça-feira, 15 de novembro de 2011

O artista Justin Reed desenhou uma série de pinturas que têm como tema principal grandes filmes. Ele fez um bom trabalho, criando belas imagens que retratam os personagens e situações cinematográficas de uma maneira meio caricata, o que deixou o trabalho muito legal.
Enquanto você admira os desenhos dele, pode ir tentando descobri de qual filme é a cena.
OBS: Algumas imagens possuem personagens de mais de um filme.
Caso você reconheça os filmes, pode deixar sua resposta nos comentários. Para facilitar cada foto é numerada no canto esquerdo inferior. Boa sorte!
american_girl(3)
american_psycho(3)
edward_scissorhands
eternal_sunshine(3)
hitchcock_films(2)
i_am_a_fugitive
jaws
magnolia
mosier_characters
pulp_fiction(3)
reservoir_dogs(3)
rules_of_attraction(3)
the_askewniverse(2)
the_dryad_inversed(3)
the_good_the_bad_and_the_ugly
the_thing
the_zombie's_first_love(7)
weezer(3)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

"Onde você acha que está?"




Em todo jogo de Pokémon, existem cavernas escuras que precisam da habilidade “Flash” para que você consiga ver dentro delas. No entando, você já tentou passar por elas no escuro?

Descobri esse truque no Pokémon Gold, e desde então tenho tentado em todos os jogos de Pokémon que tenho, até mesmo os da geração 1.

Você deve estar em uma caverna escura ou em qualquer outro lugar onde você precise usar o Flash. Ande por lá, lute com pokémons no escuro, esbarre em treinadores, e continue a vagar. Em algum momento, você encontrará uma escada que não está no mapa. Desça por ela.

A tela vai ficar preta e você vai ouvir o barulho de “descendo as escadas”, mas este barulho tocará quatro vezes, como se você estivesse descendo quatro andares.

Uma caixa de texto aparecerá na tela preta, dizendo apenas “Onde você acha que está?”
A música ficará distorcida por alguns segundos e a tela falhará. As vezes você ouvirá um “baque”, como se tivesse batido numa parede, ou o som distorcido de um pokémon chorando, parecendo um grito.

Depois disso, você será capaz de enxergar novamente. Nas gerações mais antigas de Pokémon, vai apenas parecer que você encontrou uma área nova que não estava no mapa. Nas versões mais novas, você pode perceber que algo está errado porque tudo está preto e branco.

Você estará em uma grande sala vazia. As quatro paredes possuem algo escrito nelas - normalmente é seu nome de jogador, a hora, ou o nome dos seus pokémons. Você pode andar através de uma das paredes, o que varia de jogo para jogo. Se eu me lembro corretamente, é a parede norte no Diamond e a à esquerda no Yellow... E por aí vai.

Quando você atravessa a parede, você estará do lado de fora da caverna. Tudo ainda está preto e branco. A música estará mais baixa, lenta e pulará ocasionalmente. Tentar falar com as pessoas é inútil; você não consegue interagir com ninguém.

No Pokémon Yellow, a imagem do Pikachu que te segue se torna a do Ghost de Lavender Town. Se você checar seus pokémons, verá que todos estão com o mesmo status, nome e movimentos de antes, mas todas as suas imagens terão mudado para a do Ghost.
Se você tentar ir na grama e procurar um pokémon selvagem, eles quase que imediatamente vão fugir de você.

Volte para a caverna de onde você saiu. Ali agora é o único lugar onde você pode lutar com pokémons selvagens e outros treinadores, enquanto você não usar o "Flash".

Eu descobri recentemente que se você jogar desse modo por tempo suficiente, você encontrará um treinador que usa a imagem do personagem principa. Ele se destaca porque é a única coisa colorida do cenário

No entanto, se você tentar falar com ele, uma caixa de texto aparece dizendo “Onde você acha que está?”. A tela fica preta e você ouve a música distorcida, um baque, ou o grito de antes.

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Vamos tentar?
The Wanderer 


Na década de 1990, uma menina se suicidou depois de ver uma imagem postada em um velho fórum de discussão.

A imagem era de uma figura - que alguns identificavam como uma mulher - que está no meio de uma estrada solitária. A figura é transparente a ponto de suas pernas serem pouco visíveis, e é iluminada por uma fonte de luz desconhecida vindo da direção da câmera. Quer se trate de faróis, uma lanterna de mão, ou a luz da câmera em si não se sabe ao certo, assim como a fonte real da imagem nunca foi identificada. As características faciais podem ser vistas, mas a figura é mais facilmente identificada pelo seu desgaste, e pelos seus membros ósseos, que em parte se assemelham a patas de aranha. Aqueles que viram a imagem ou sabem de sua existência têm vindo a conhecer a figura como "The Wanderer".



O primeiro caso conhecido da Wanderer ocorreu em 1996. Jane, uma menina da faculdade que estava visitando sua família durante as férias, tinha interesse no paranormal. Ela viu a imagem do "The Wanderer" em um fórum, juntamente com uma leitura da mensagem, "Você me vê? Eu posso ver você também."

Dezenas de outros usuários viram a mesma coisa. A maioria não pensou muito nisso - só que aquilo estava de alguma forma "engraçado". Alguns realmente se queixaram de dores de cabeça enquanto olhavam para a imagem, e reivindicações similares foram feitas por outros desde então.

Segundo a família de Jane, ela sofreu pesadelos depois de ver a imagem. Ela alegou que iria acordar e ver a Wanderer fora de sua janela. As vezes raspando o vidro com seus membros de aranha, mas normalmente apenas olhando para ela. Ela era incapaz de se mover enquanto a Wanderer marcava presença, como se muitas mãos invisíveis estivessem segurando-a. Mesmo quando ela fechava os olhos, ela ainda podia ver ela.

Sua família tinha certeza que ela estava assustada por causa de uma imagem da internet e estava tendo pesadelos, como resultado, até que Jane se queixou de ver a Wanderer em seu dia-a-dia. Ela estava convencida de que ela estava a seguindo. Ela a via mesmo quando ela estava em uma sala cheia de pessoas ou em um lugar público, mas mesmo assim ninguém via nada. A Família de Jane temia por sua sanidade mental, mas apenas assegurou que a Wanderer não era real.

Jane, no entanto, só piorou. Ela começou a ir aos extremos e passava as noites em claro acordada. Começou tomando apenas com cafeína para permanecer ativa, mas rapidamente começou a cortar-se, assim gritando a noite toda. Em pouco tempo, ela não estava dormindo mais. Ela estava convencida de que, se ela dormisse novamente, a Wanderer iria levá-la.

Sua família sabia que não poderia apenas esperar e torcer pelo melhor. Jane precisava de ajuda. Mas quando a mãe de Jane bateu na porta do quarto de sua filha, ela não recebeu nenhuma resposta. Ela abriu a porta com cuidado, não querendo perturbar ou assustar Jane, mas não ouviu nada.

Jane não estava em sua cama. Ela não estava sentada em seu computador. Ela parecia não estar em seu quarto, até que sua mãe verificou o armário.

Lá, Jane foi encontrada enrolada em um canto. Avermelhada de sangue de seu corpo, depois de ter empurrado a longa cortina garganta abaixo. Ela estava segurando uma nota manchada de sangue que dizia: "Não pode me pegar agora."

O caso de Jane não é isolado. Pelo resto da década de 90, dezenas de outros se suicidaram ou desapareceram depois de ver a imagem da Wanderer. Desde a virada do século - apesar dos meus melhores esforços para localizar a imagem - ela parece ter desaparecido. Recentemente, porém, eu postei em um fórum perguntando se alguém tinha ouvido falar do Wanderer. Já fiz isso muitas vezes antes e, geralmente, há uma ou duas pessoas que ouviram a história, mas ninguém viu a imagem. Desta vez foi diferente. Pouco depois de postar, recebi um e-mail na minha caixa de entrada.

O assunto do e-mail foi "Eu posso te ver." O corpo só dizia: "Você me vê? Eu posso ver você também."

Havia uma imagem anexada com a mensagem.


 Se você optar por ver a imagem, você o faz por sua própria conta e risco.





















Bons Arrepios!
Até a próxima! ounão.

Fique longe da Escuridão


Você já esteve sozinho na sua casa e ouviu sons que te deixaram curioso? Você já procurou explorar a casa após ouvir tais sons? Não? Eu já. Você já sentiu que tinha alguém observando você? Você se virou para ver? Não? Eu já. E esta história é para alertar a todos. Nunca se renda à curiosidade.

Era uma casa nova, eu e minha esposa tínhamos comprado-a recentemente em um leilão por um preço muito baixo para uma casa recém-construída. Dois meses após a compra nós já tínhamos praticamente terminado de decorar a casa toda, exceto o quarto de visitas. Minha esposa estava fora da cidade quando aconteceu.

Eu estava sentado na sala de visitas, no escuro. O brilho da TV iluminando a sala era bem fraco. Eu nunca presto muita atenção à televisão: Geralmente eu sento ali e fico enviando mensagens aos meus amigos ou jogando no celular. Uma noite eu estava fazendo isso quando eu ouvi alguns rangidos vindos do andar de cima. Eu pensei que não fosse nada, “É uma casa nova”, eu disse para mim mesmo “É apenas a fundação”. O som começou a aumentar depois de um tempo, até que não só começou a me assustar, como já estava fazendo os vizinhos baterem à minha porta, achando que era eu quem fazia tais barulhos. Eu decidi investigar. Fui até o pé da escadaria e encarei aquela escuridão acima por alguns segundos.

“Olá?”

O rangido parou de repente. Eu voltei para a sala, pensando no que poderia ser aquele som. Tratei imediatamente de afastar tais pensamentos e voltei ao que estava fazendo. Depois de meia hora começou de novo, e eu já estava ficando incomodado. E assustado também. Voltei à escada mais uma vez e mais uma vez disse:

“Olá?”

Uma voz sussurrou do topo da escadaria

“Fique longe da escuridão...”

“Que escuridão?” Eu disse, minha voz trêmula, meus olhos arregalando.

“Você verá...”

Naquela altura, eu já estava tremendo violentamente. Suando frio. Eu nunca fui o tipo de cara “durão” ou “herói”, mas alguma coisa naquilo tudo me deixou curioso para ir ver o que era. Lentamente, comecei a subir as escadas, mas quando meu pé tocou o primeiro degrau, uma porta se fechou violentamente, o suficiente para me fazer pular de susto e cobrir as orelhas. Depois de alguns segundos, a curiosidade voltou, e eu continuei a subir as escadas. De repente, ouvi a voz mais uma vez, como se ela estivesse ao meu lado:

“Fique longe da escuridão...”

Eu continuei.

Eu cheguei no topo das escadas e vi uma luz saíndo debaixo da porta do quarto de hóspedes. Eu rumei para lá lentamente, tentando não fazer barulho até alcançar a maçaneta. Ela demorou a se mover, como se algo estivesse tentando manter a porta fechada. Algo muito forte. Eu continuei a tentar a abrir a porta e por fim consegui. Entrei devagar, e nada vi além dos rolos de papel de parede em um canto e a pilha de prateleiras em outro. Eu ri de mim mesmo por ser tão idiota e acreditar naquilo tudo. Me virei para ir embora, mas a porta se fechou. Corri até ela e tentei abrí-la, mas sem sucesso. De repente, a lâmpada explodiu, fazendo vidro e fagulhas voarem para todo o lado até que o quarto ficasse totalmente escuro. De repente a voz voltou, como se estivesse ao meu lado.

“Eu disse para você ficar longe...”

Fotografias Bizarras

































http://artirritant.com/ e a fotógrafa é conhecida como Imunme
Bons Arrepios!

domingo, 23 de outubro de 2011

Que a Suzzan Black é uma artista isso ninguém pode negar, poucos aqui devem saber desenhar mais do que bonequinhos de palitos
Mas o trabalho de Suzzan vai ao EXTREMO do Gore!

A artista se auto-intitula surrealista, os desenhos vem da imaginação dela, e ela diz que é a arte é uma bela forma de mostrar seus pensamentos e ver a reação das pessoas....

A arte de Suzzan Black  tem a imaginação muito parecida com a do escritor Clive Barker. Suas criaturas bizarras, assustadoras e que demonstram dor, são muito parecidas com as criaturas de filmes como Hellraiser.

Vejam alguns desenhos da Suzzan Blac:














Querem ver mais ? Visitem o site dela:


Bons arrepios!

A Galeria de Henri Beauchamp




Se você entrar nesse pequeno e sujo bar em Paris, e se o bartender correto estiver atrás do balcão naquela noite, você pode ser capaz de ver uma galeria muito exclusiva que mostra os trabalhos perdidos de certo Henri Beauchamp. Mas, para poder entrar, você deve provar que é um devoto do artista.



Você será perguntado, de forma clara e em um inglês perfeito “O que você gostaria de tomar nessa noite gloriosa?”. Responda “Absinto”, não importa o que aconteça. Qualquer outra bebida, de uísque até água, irá lhe matar enquanto você dorme.

A próxima pergunta vai ser sobre o tipo, e você DEVE responder uma de duas coisas: “Aquilo que o próprio Homem não suportaria tomar” ou “Aquele bom. O melhor de todos.”. Se você pedir qualquer outro absinto, de qualquer outra maneira, você será amaldiçoado com pesadelos por treze dias. O sonho de cada noite vai ser pior que o anterior, até que, no décimo terceiro sonho, se pesadelo irá lhe seguir, em cada momento de sua vida desperta ou adormecida.

Não tente enganar o barman: A porta está trancada atrás de você. Você deve tomar o que ele lhe der, amaldiçoado ou não. Aquele homem tão poderoso ter lhe dado audiência deve ser suficiente. Além disso, ouvi dizer que até os agonizantes elogiam seus drinques em seus momentos finais.

Se você veio até então sem selar o seu destino, o bartender irá dizer “Tenha certeza de que você tome cuidado com isto; é o melhor que eu tenho” Daí em diante, você pode fazer uma de duas coisas: Diga palavra por palavra “Eu superestimei minha força, e eu lhe desejo uma boa sorte”. Se o barman aceitar, você pode sair pela porta pela qual entrou, ileso e com nada ganho ou perdido (com a exceção do tempo que passou lá dentro).

Ou você pode continuar.

Será-lhe dado um copo sete faces de aro, com cada lado torcendo sempre tão delicadamente em torno da bacia até formar uma alça elegante e simples. Você também receberá uma muito, muito, muito especial colher de absinto, na forma de uma chave; os buracos no topo da chave servem como o ponto de drenagem para o álcool se derramar sobre o cubo de açúcar. E, claro, uma garrafa sem marcas, há muito tempo despojada de seu rótulo, pedaços de papel pregados ao lado, coberta com a podridão de décadas passadas.

A colher é totalmente plana, mas tem dois lados distintos: um com um sulco ao longo do eixo da chave, e um sem. Vire o eixo, para que o sulco esteja de cabeça para baixo. Se você tentar isso com o sulco para cima, seu absinto vai ter um gosto horrível, seu nariz vai queimar, e seus olhos irão murchar em suas órbitas com horrores inimagináveis que não pertencem a este mundo.

Agora, se sua colhear está posicionada do jeito correto, comece a prepar o absinto como o faria normalmente. (Coloque o cubo e açúcar na colher e derrame o álcool sobre ele para que ganhe sua cor e suas “qualidades especiais”).

Diga “Saúde!” ao seu amigo, o barman, e o vire de uma vez só. Se não o fizer, o absinto vai queimar cada entranha que tocar com o poder e a dor do ácido sulfúrico.

Se você fez tudo certo, as já fracas luzes vão se apagar, e as trevas consumirão o bar. Não tenho medo; as trevas são o sinal de que você foi admitido na exposição. Espere em meio à escuridão, e fique silencioso como os mortos, para que o bartender não resolva torná-lo um.

Eventualmente (não demora muito, só uns dois ou três minutos), um holofote verde vai brilhar intensamente em uma porta na parede distante do bar. O bar será banhado em verde, e não apenas do projetor. Pequenas esferas luminescentes gentilmente passar pela sala, eo barman não estará mais lá ... Nem qualquer outra pessoa despretensiosa lá dentro antes.

Não há perigo a partir desse ponto... O considere um ponto seguro. Se você não terminou o absinto, você não precisa, mas talvez precise do álcool. De qualquer jeito, pegue a colher e a coloque na fechadura do portal iluminado em verde. Irá se encaixar perfeitamente, e chegar até o fim da fechadura com um clique ressoante.

Lá dentro há um pequeno elevador, com a mulher mais linda que os olhos mortais podem imaginar, banhada em luz verde com tal ângulo que a luz reflete atrás dela na forma de duas asas.

A Fada Verde em pessoa irá lhe perguntar “Vai subir?”, e considerando tudo pelo que você acabou de passar, só faria sentido dizer que sim.

Agora, você tem mais um obstáculo para passar. Ela irá lhe perguntar, enquanto você atravessa a linha entre o bar e o compartimento, “Como você compararia o surrealismo de Beauchamp ao de, podemos dizer, René Magritte?”. Para sua resposta, você deve dizer “Eu vim para ver mais do que arte essa noite.

Se você não responder assim, o holofote verde vai se apagar, as portas irão se trancar, e o elevador vai descer por uma negrura aparentemente infinita, antes que uma luz vermelha comece a brilhar cada vez mais enquanto o elevador se aproxima das profundezas do inferno.

Agora , se o seu elevador começar a subir, a luz verde também irá desaparecer, mas em seu lugar estará o brilho frio da lua. Mas, antes mesmo que você a reconheça, o elevador vai atingir o topo de seu... Bem, vamos chamar de eixo para que não fique muito intrincado.

Não estou tão certo sobre isso como estou do restante, mas eu ouvi que se a Fada Verde beijar sua bochecha enquanto ela sai do elevador, você sempre será abençoado com inspiração e criatividade: uma musa permanente e sempre mutável. Você não pode pedir a ela, você não pode beijá-la; ela deve fazer isso por sua própria vontade. Se não... Bem, nada, mas não a razão para fazer isso de qualquer jeito e enfurecer a mulher que é responsável por manter as pinturas de Beauchamp seguras por tanto tempo.

Você vai entrar, do elevador, em um salão da virada do século, com um grande poster de Henri Beauchamp no lado esquerdo da parede oposta; do direito está uma porta.

Tomar algum tempo para ler o pôster é uma idéia razoavelmente boa, já que explica a importância de Mounsieur Beauchamp. Veja bem, ele era um surrealista nos anos 1920, sempre tentando fazer uma arte livre de qualquer tipo de premeditação, e conseguiu fazê-lo. Depois de uma noite em um pequeno e sujo bar em Paris, ele começou a pintar... Padrões.

Primeiro eram padrões geométricos. Depois fractais completos. E então imagens que estariam nos jornais no dia seguinte. Depois na semana seguinte. Cinquenta anos no futuro. Cem anos no futuro. Duzentos anos no passado...

Então, na última noite de sua vida, ele raptou três garotas de suas casas à noite, assassinou-as, e pintou suas últimas obras primas em vermelhos e amarelos com o sangue e a bíle das virgens.

Ele cometeu suicídio imediatamente depois de ter pintado 13 delas.

Elas estão atrás da porta.

As primeiras seis, à esquerda, mostram, numa ordem da esquerda para a direita: A gênese do unvierso, a única forma verdadeira de Deus como visto pelos olhos do homem, a verdadeira imagem de Jesus Cristo, as nuvens do Paraíso se alastrando, todos os Papas do primeiro até faces ainda não reconhecíveis, e um retrato da aparência de Jesus em sua segunda vinda.

As outras seis, à esquerda, mostram, da direita para a esquerda: o cataclismo do universo, a única visão verdadeira de Satã que pode ser vista aos olhos humanos, a verdadeira imagem de Judas, as chamas do Inferno se alastrando, todos os demônios encarnados em humanos do primeiro até faces ainda não reconhecíveis, e um retrato do Anticristo em sua vinda.

Agora, seis e seis fazem doze. E sobre a décima-terceira?

A décima terceira pintura está virada ao contrário, sua imagem encarando a parede. O espaço em torno dela é amarrado acima em um diâmetro muito grande, e sob a imagem invertida há um sinal, em três línguas. No topo há as escrituras dos Serafins, na última linha as runas das maiores ordens demoníacas, e no meio em letras romanas. Todos dizem:

NÃO

TOQUE

Como o beijo, não posso dizer essa parte com muita certeza, mas ao mesmo tempo... Eu ouvi que, de alguma forma, enquanto morria, Beauchamp esfolou sua pele, seus órgãos, sua própria alma em alguma forma de colagem. Como ele usou seu próprio corpo para criar uma obra-prima tão terrível, eu nunca poderia dizer, nem me arriscaria a tanto.

Então... Se você conseguir, talvez você consiga virar a pintura e me dizer como é, algum dia? Você pode me contar sobre ela enquanto tomamos um drinque.

Bons arrepios!